O Blog da Mocidade Espírita de Morrinhos-Go. Entretenimento e Conteúdo Espírita para todos os públicos. Contato: merbmorrinhos@hotmail.com
terça-feira, 8 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
ABORTO, NÃO!
Alguns
países do mundo vêm legalizando o aborto e, também no Brasil, vários segmentos
da sociedade pressionam para que o povo escolha, por meio de um plebiscito, se
o aborto deve ser legalizado ou não.
A
seguir listamos alguns dos argumentos utilizados pelos defensores da
legalização do aborto:
o A prática do aborto é inevitável, legalizado ou não ele
continua a ocorrer. Em países onde o aborto é legalizado a taxa de
mortalidade das mulheres é quase nula, ao contrario de países onde ele é
proibido, em que as taxas são altíssimas, porque são feitos em cínicas
clandestinas;
o O corpo é da mulher e ela tem o direito de decidir se quer
ou não continuar a gestação.
o As crianças que nasceram apenas porque seu abortamento não foi permitido têm grandes chances de serem marginalizadas na família e na sociedade.
Isso pode gerar: problemas no desenvolvimento da criança, abandono escolar,
delinqüência juvenil, instabilidade na família, baixa auto-estima etc. Se
tivesse sido abortada não haveria esses problemas, além do que, a pratica do
aborto pode ser uma forma de controle de natalidade que diminuiria a
desigualdade social, já que as famílias pobres teriam menos filhos.
o A criança que foi gerada por violação (estupro) sempre
causará à mãe a lembrança desse ato traumático. Essa criança tem grande chance
de ser marginalizada na família e na sociedade.
E
como fica o aborto do ponto de vista espírita?
Na
questão 880 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta sobre qual o primeiro de
todos os direitos naturais do homem, e recebe a seguinte resposta: “O de
viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu
semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência
corporal.”
Diante
dessa resposta dos Espíritos superiores, o nosso ponto de partida é: a vida é um bem indisponível. A
defesa dessa tese, no caso do tema do aborto, leva à seguinte questão: “Quando começa a vida?”
A definição sobre o começo da vida humana
varia conforme convicções morais, religiosas, científicas, filosóficas,
jurídicas. Abaixo, confira as principais etapas do desenvolvimento do ser
humano e as várias crenças sobre o início da vida, conforme publicado na
Revista Veja edição, edição de 25 abr. 2007:
o Fecundação
É
quando o espermatozóide penetra no óvulo formando o embrião, que carrega toda a
carga genética do futuro ser humano. Católicos e protestantes acreditam que a
vida começa na fecundação. Na embriologia, ciência que estuda o desenvolvimento
do embrião, essa visão também é predominante.
o Nidação
É
o momento em que o óvulo fecundado se fixa à parede do útero, já preparado para
alimentá-lo. Parte dos geneticistas e fisiologistas acredita que a vida começa
na nidação, pois é a partir dessa etapa que o embrião tem condições reais de se
desenvolver.
o Duas semanas
É
quando o embrião acelera sua reprodução e começam os primeiros vestígios de
formação dos órgãos, inclusive do sistema nervoso. A maioria dos
neurocientistas acredita que a vida começa com a formação do cérebro. A opinião
é partilhada por juristas brasileiros.
o 8 a 16 Semanas
É
o período em que o embrião vira feto, com o aparecimento de membros e órgãos. É
até esse momento que o aborto é permitido na maioria dos países. Para o
islamismo. a vida começa na 16ª semana, que é quando o ser humano adquire uma
alma.
o 27 Semanas
É
por volta dessa etapa que o feto começa a ter sensações, como a dor. Para uma
corrente de neurocientistas, o começo das sensações, só possível com um cérebro
mais desenvolvido, é o que demarca o início da vida humana.
o Nascimento
Em
condições normais, o bebê nasce depois de nove meses de gestação, mas com o
avanço da medicina já existem casos de bebês que sobreviveram ao nascer com
menos de seis meses. Os filósofos estóicos da Grécia antiga entendiam que a
vida humana começava no parto. É a mesma concepção de parcela expressiva ao
pensamento judaico. Para alguns juristas brasileiros, só ao nascer o bebê
adquire os direitos garantidos pela Constituição.
E
para nós espíritas, em que momento começa a vida humana? A resposta também se
encontra em O Livro dos
Espíritos:
· “A união (entre a alma e o corpo)
começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o
instante da concepção, o Espírito designado para habitar certo corpo a este se
liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando até ao instante
em que a criança vê a luz. O grito, que o recém-nascido solta, anuncia que ela
se conta no número dos vivos e dos servos de Deus.” (LE 344)
E Kardec
explica, em A Gênese:
· “Quando o Espírito tem de encarnar num
corpo humano em vias de formação, um laço fluídico, que mais não é do que uma
expansão do seu perispírito, o liga ao gérmen que o atrai por uma força
irresistível, desde o momento da concepção. À medida que o gérmen se
desenvolve, o laço se encurta. Sob a influência do princípio vito-material do
gérmen, o perispírito, que possui certas propriedades da matéria, se une,
molécula a molécula, ao corpo em formação, donde o poder dizer-se que o
Espírito, por intermédio do seu perispírito, se enraíza, de certa maneira,
nesse gérmen, como uma planta na terra. Quando o gérmen chega ao seu pleno
desenvolvimento, completa é a união; nasce então o ser para a vida exterior.”
(GE, Cap. 11, item 18)
Agora
que conhecemos, em detalhes, como se dá o início da vida humana, vamos
verificar a orientação dos Espíritos superiores a respeito do aborto. Quando
Kardec pergunta se constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período
da gestação, os Espíritos respondem:
o “Há crime sempre que transgredis a lei
de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida
a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar
pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.” (LE
358)
O
preclaro mentor do nosso querido Chico Xavier assim se expressa a respeito do
assunto:
o “Comovemo-nos, habitualmente,
diante das grandes tragédias que agitam a opinião. Homicídios que convulsionam a
imprensa e mobilizam largas equipes policiais... Furtos espetaculares que
inspiram vastas medidas de vigilância... Todavia, um crime existe mais
doloroso, pela volúpia de crueldade com que é praticado, no silêncio do
santuário doméstico ou no regaço da Natureza... Crime estarrecedor, porque a
vítima não tem voz para suplicar piedade e nem braços robustos com que se
confie aos movimentos da reação.” (Emmanuel,
Religião dos Espíritos, Aborto delituoso, p. 17)
o “Referimo-nos ao aborto delituoso, em que pais inconscientes determinam a
morte dos próprios filhos, asfixiando-lhes a existência, antes que possam
sorrir para a bênção da luz. (Emmanuel, Vida e Sexo, Capítulo 17,
Aborto, P. 73)
Conclusão
A função do Espiritismo é esclarecer,
confortar e consolar nos instantes cruciais da existência (Martins Peralva, O
pensamento de Emmanuel, Cap. 4). Para Manoel Philomeno de Miranda, “a queda é
natural, mas o soerguimento é impositivo da marcha e Espírito algum pode
permitir-se o luxo de desistir, porém, continuar tentando, de todas as formas
possíveis, a realização dos compromissos libertadores” (Entre dois mundos, Cap.
11). Assim, se alguém errou
no campo do abortamento, o Espiritismo esclarece que é preciso seguir a marcha
e, por meio da prática do bem, reverter ou atenuar suas conseqüências, conforme
os dizeres de Pedro (1Pe 4:8): “o amor cobre a multidão de pecados.”
Isso é o que também nos ensina Emmanuel:
“A prática do bem, simples e infatigável, pode modificar a rota do destino, de
vez que o pensamento claro e correto, com ação edificante, interfere nas
funções celulares, tanto quanto nos eventos humanos, atraindo em nosso favor,
por nosso reflexo melhorado e mais nobre, amparo, luz e apoio, segundo a lei do
auxílio” (Pensamento e vida).
Como vimos, constitui-se em grave
comprometimento com as leis divinas a provocação do aborto em qualquer fase da
gravidez, uma vez que tal iniciativa impede que o Espírito, já ligado ao
embrião, renasça no corpo físico que lhe servirá como instrumento de progresso.
Dessa forma, o Movimento Espírita posiciona-se contrário aos projetos de
revisão da legislação que visam à legalização do aborto em nosso país.
O que você recomendaria, ou acha que deveria ser feito perante os seguintes cinco casos de gravidez?
1. O pai é asmático, a mãe está tuberculosa. Têm quatro filhos. O primeiro é cego, o segundo é surdo, o terceiro morreu e o quarto tem tuberculose. A mãe está grávida de novo.
Você recomendaria o aborto
nesta situação?
2. Um homem branco viola uma menina negra de 13 anos e esta ficou grávida. Se você fosse o pai desta jovem.
Você recomendaria o aborto?
3. Uma senhora está grávida; já tem muitos filhos, dois deles morreram, o seu esposo está na guerra e a ela resta-lhe pouco tempo de vida.
Você recomendaria o aborto a
esta senhora?
4. Um pastor e a sua esposa enfrentam problemas econômicos muito fortes, já têm 14 filhos, são realmente pobres. Considerando a sua extrema indigência.
Você recomendaria à esposa
desse pastor que abortasse o seu décimo quinto filho?
5. Uma jovem está grávida; não está casada e o seu noivo não é o pai do bebê que está esperando.
Você recomendaria que ela abortasse?
Coral Espírita Mensageiros da Paz no COMSUL 2012 - Música "Salmo 23"
Encontro realizado na cidade de Bom Jesus dia 06/05/2012. O Coral Espírita Mensageiros da Paz de Morrinhos se apresentou na abertura e encerramento do evento.
sábado, 5 de maio de 2012
Quer que desenhe? Tempo é relativo
Em “Quer que desenhe?” Carlos Ruas irá explicar mensalmente conceitos básicos de física, biologia, religião e filosofia. Esse é o segundo video da série.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Os 5 arrependimentos mais comuns no leito de morte
Uma
enfermeira australiana, que acompanhou seus pacientes terminais durante as
últimas 12 semanas de vida deles, revelou os arrependimentos mais comuns entre
os que estão no leito de morte. O desejo de ter trabalhado menos é um deles, acredite.
Bronnie Ware gravou
as epifanias dos seus pacientes e as postou em seu blog. De acordo com o jornal
The Guardian, as observações sobre seu trabalho foram tantas que ela foi
convidada a publicar o livro “The Top Five Regrets of the Dying”.
“As pessoas crescem
muito quando elas se deparam com sua própria mortalidade”, diz a enfermeira.
“Quando elas são questionadas sobre algum arrependimento que tiveram ou se elas
fariam qualquer coisa diferente na vida, temas comuns vêm à tona”, acrescenta
Bronnie Ware.
Aqui estão os 5
arrependimentos mais comuns listados por ela:
1 – Eu gostaria de ter tido
a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo.
Segundo a
enfermeira, somente no leito de morte as pessoas perceberam quantos sonhos não
foram realizados ao longo da vida. Bronnie Ware diz que a maioria dos seus
pacientes não tinha honrado nem mesmo a metade dos seus desejos.
2 – Eu queria que eu não
tivesse trabalhado tanto.
Esse foi o pesar
mais comum entre os pacientes do sexo masculino, de acordo com a enfermeira.
Eles perderam a juventude de seus filhos e o companheirismo da suas parceiras,
conta Bronnie Ware.
3 – Eu queria ter tido a
coragem de expressar meus sentimentos.
A enfermeira
explica que muitas pessoas suprimiram seus sentimentos, a fim de manter a paz
com os outros. “Como resultado, elas adotaram uma existência medíocre e nunca
viram a ser quem elas eram realmente capazes de se tornar”, diz a enfermeira.
4 – Eu queria ter mantido
mais contato com meus amigos.
Segundo Bronnie
Ware, muito se tornaram presos de suas próprias vidas, perdendo grandes
amizades ao longo dos anos. “Houve arrependimentos profundos sobre amizades que
mereciam mais tempo e esforço para serem cultivadas”, afirma a enfermeira.
5 – Queria que eu tivesse
me deixado ser mais feliz.
“Este é um pesar
surpreendentemente comum”, diz a enfermeira. “Muitos não percebem até o fim da
vida de que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos
padrões e hábitos”, acrescenta Bronnie Ware.
Luciano Maia
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Anencéfalo e abortamento
Inicialmente,
lembramos que anencéfalo, embora seja considerado sem cérebro, na realidade é
portador de um segmento cerebral estando faltante regiões do cérebro que
impossibilitarão sua sobrevivência pós parto.
A fim de colocarmos a visão
espírita sobre este importante problema exemplificaremos com um caso real.
Usaremos nomes fictícios. João e Maria, eram casados há 2 anos. A felicidade
havia batido à sua porta. Maria estava grávida. Exultantes procuraram o médico
Obstetra para as orientações iniciais. Planos mil ambos estabeleceram. Ao longo
dos meses, no entanto, foram surpreendidos , através do estudo
ultrassonográfico, da triste notícia de que seu bebê era anencéfalo. Ao serem
informados caíram em prantos ao ouvirem a proposta do obstetra lhes oferecendo
o abortamento. Posicionaram-se contrários explicando sua visão espírita.
-- Trata-se de um ser humano
que renasce precisando de muito amor e amparo. Nós estaremos com nosso filho
(a) até quando nos for permitido.
-- Mas, esta criatura não vai
viver além de alguns dias ou semanas na incubadora disse o obstetra.
-- Estamos cientes, mas até lá
seremos seus pais.
Guardavam, também,
secretamente, a esperança de que houvesse algum equívoco de diagnóstico que
lhes proporcionasse um filho saudável.
Durante nove meses dialogaram
com seu bebê, intra-útero. Disseram quanto o (a) amavam. Realizaram,
semanalmente, a reunião do Evangelho no Lar, solicitando aos mentores a
proteção e amparo ao ser que reencarnava.
Chegara o grande momento : Em
trabalho de parto, Maria adentra a maternidade com um misto de esperança e
angústia. A criança nasce; o pai ao ver o filho sofre profundo impacto
emocional tendo uma crise de lipotímia. O bebê anencéfalo sobrevive na
incubadora com oxigênio, 84 horas. Há um triste retorno ao lar.
Passam-se aproximadamente 2
anos do pranteado evento. João e Maria, trabalhadores do instituto de cultura
espírita de sua cidade freqüentavam na mencionada instituição, reunião
mediúnica quando uma médium em desdobramento consciente informa ao coordenador
do grupo:
-- Há um espírito de uma
criança que deseja se comunicar.
-- Que os médiuns facilitem o
transe psicofônico para a atendermos - responde o dirigente.
Após alguns segundos, uma
experiente médium dá a comunicação:
-- Boa noite, meu nome é
Shirley venho abraçar papai e mamãe.
-- Quem é seu papai e sua
mamãe ?
-- São aqueles dois - disse
apontando João e Maria.
-- Seja bem vinda Shirley,
muita paz! que tens a dizer ?
-- Quero agradecer a papai e
mamãe todo o amor que me dedicaram durante a gravidez, sim, eu era aquele
anencéfalo.
-- Mas você está linda agora.
-- Graças as energias de amor
recebidas, graças ao Evangelho no Lar, que banharam meu corpo espiritual
durante todo aquele tempo.
-- Como se operou esta mudança
?
-- Tive permissão para esta
mensagem pelo alcance que a mesma poderá ter a outras pessoas. Eu possuía meu
corpo espiritual muito doente, deformado pelo meu passado cheio de equívocos.
Fui durante nove meses envolvida em luz . Uma verdadeira cromoterapia mental
que gradativamente passou a modificar meu corpo astral (perispírito). Os
diálogos que meus pais tiveram comigo foram uma intensa educação pré-natal que
muito contribuíram para meu tratamento. Eu expiei, no verdadeiro sentido da
palavra. Expiar é como expirar, colocar para fora o que não é bom . Eu drenei
as minhas deformidades perispirituais para meu corpo físico e fui me libertando
das minhas deformidades. Como meus pais foram generosos. Meu amor por eles será
eterno.
-- Por que estás na forma de
uma criança, já que te expressas tão inteligentemente ?
-- Por que estou em preparo
para o retorno. Dizem meus instrutores que tenho permissão para informar. Meus
pais tem o merecimento de saber. Devo renascer como filha deles, normal, talvez
no próximo ano.
Após dois anos renasceu
Shirley, que hoje é uma linda menina de olhos verdes e cabelos castanhos,
espírito suave e encantador.
Fraternalmente,
Ricardo Di Bernarditerça-feira, 1 de maio de 2012
UMA ORAÇÃO DA PRESENÇA
Que jamais, em
tempo algum, o teu coração acalente o ódio.
Que
o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que
o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que
as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que
a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que
os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.
Que
os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que
cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.
Que
em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.
Que
em cada amigo o teu coração faça festa e celebre o encanto da amizade profunda
que liga as almas afins.
Que
em teus momentos de solidão e cansaço esteja sempre presente em teu coração a
lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.
Que
o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu
percebas a ternura invisível tocando o centro do teu ser eterno..
Que
um suave acalanto te acompanhe, na Terra ou no Espaço, e por onde quer que o
Imanente Invisível leve o teu viver.
Que
o teu coração sinta A PRESENÇA SECRETA DO INEFÁVEL!
Que
os teus pensamentos, os teus amores, o teu viver, e a tua passagem pela vida
sejam sempre abençoados por aquele AMOR QUE AMA SEM NOME.
Aquele
Amor que não se explica, só se sente.
Que
esse Amor seja o teu acalanto secreto, viajando eternamente no centro do teu
ser.
Que
esse Amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração, e os
teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora.
Que
jamais, em tempo algum, tu esqueças da PRESENÇA que está em ti e em todos os seres.
Que
o teu viver seja pleno de PAZ E LUZ.
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